«Ante a necessidade de respostas à política etnocida de Feijóo e o seu desgoverno contra a nossa Língua., O Facho chama aos bons e generosos a fazer valer os seus direitos cidadás frente às agressons contra a Língua Galega que está a levar a cabo o P.P. e a actual Junta de Galiza participando na manifestaçom convocada para o 17 de Maio ás 12 horas desde a Alameda de Compostela.
A Agrupaçom Cultural O Facho manifesta
O nosso posicionamento de jeito beligerante e irrenunciável na defesa da Língua Galega que constitui um elemento básico de identidade cultural e representa um valor fundamental de coesom.
As políticas lingüísticas levadas a cabo pola Junta do P.P. supom um passo adiante na política de repressom, empobrecimento e marginalizaçom que Feijóo e os seus “mariachis” estám a realizar contra a Língua e a Cultura dos galegos e galegas desde a Junta de Galiza.
O Estatuto de Autonomia de Galiza, no seu artigo 5, define o galego como Língua própria de Galiza, declara que os idiomas galego e castelám som oficiais em Galiza e que todos tenhem o direito de conhece-los e usa-los. Assim mesmo, estabelece que os poderes públicos da Galiza potenciarám o emprego do galego em todos os planos da vida pública, cultural e informativa, e aportarám a dotaçom dos recursos necessários para facilitar o seu conhecimento. Certamente, todas as políticas culturais e lingüísticas estám a violentar o próprio Estatuto de Autonomia.
Demandamos
Que cesse a perseguiçom da Língua e Cultura Galega por parte da actual Junta do P.P.
A aboliçom do sistema legal que subordina o galego ao castelám, a aboliçom do supremacismo castelám que procura a desapariçom do galego e exigimos a
implementaçom de autênticas políticas de normalizaçom lingüística ao serviço da nossa sociedade.
Na cidade d’A Corunha, mês de Maio 2010» (Agrupaçom Cultural O Facho)

Durante os días 20, 21 e 29 de abril de 2010 terán lugar no Consello da Cultura Galega as xornadas “Comunicar cultura”, que contarán coa participación, entre outras, de Ramón Villares, Ana Romaní, Camilo Franco, Carlos G. Reigosa, Santiago Jaureguizar, Xosé Ramón Pena, Antón Lopo e Alfredo Ferreiro. A organización está principalmente a cargo de Xosé López, Xosé Manuel Pereiro e Rosa Aneiros. Pode consultarse o 
