Arquivos da etiqueta: Editorial Galaxia
Sabela González publica a terceira entrega de As crónicas de Landereina
Desde
o Zig-zag da Televisión de Galicia:
“As crónicas de Landereina. Libro III: Sangue de Lúa é a terceira entrega da saga fantástica que asina Sabela González. Coa apócema da destrución da Pedra de Lúa nas mans de Berenguela e Güenaela, a escritora Sabela González retoma as aventuras destas dúas veciñas de Landereina, que agora deben escapar da illa dos sabios para volver á capital do reino e rescatar o príncipe Ohn, onde a traidora segue a gañar terreo aterrorizando a todos co seu goberno tiránico. Pode accederse á entrevista aquí.”
A Coruña: presentación de Os nenos da varíola, de María Solar
Lugo: presentación de A candidata, de Miguel Sande
O
martes 14 de marzo, ás 20:30 horas, na Libraría Biblos de Lugo (Rúa Salvador de Madariaga, 1), Miguel Sande presenta A candidata, publicada en Galaxia. No acto participan, xunto ao autor, Antonio Reigosa e Paloma Lugilde.
Silleda: presentación de Sapos e sereas, de Ana Cabaleiro
Ponteareas: presentación de Os nenos da varíola, de María Solar
Bandeira: presentación de Nordeste, de Daniel Asorey
Pontevedra: presentación e coloquio sobre Pelerinaxes, de Simone Saibene
Tabela dos Libros de marzo de 2017, por Armando Requeixo
Desde o blogue Criticalia, de Armando Requeixo:
“Co primeiro luns do mes, chega a nova Tabela dos Libros que ofrece a lista de títulos que Francisco Martínez Bouzas, Inma Otero Varela, Mario Regueira, Montse Pena Presas e eu estimamos como os máis recomendables entre os publicados nas últimas semanas.”
“Sombra de mulheres na erva”, por Susana Sánchez Arins
Artigo
de Susana Sánchez Arins na Sega:
“(…) Esta é a arte de Daniel Asorey. Brinca com a verdade e a mentira com a finalidade única de atirar-nos dos olhos a venda que nos cega, a mesma que nos impede ver quem fomos e, portanto, que somos. E boa falta fazia, que alguém colocasse no papel, bem clarinho, o nosso lugar nessa história que sempre preferimos não ler.
O autor introduz-nos no seu mundo à maneira documental, mostrando as provas da verdade: a existência das cangaceiras. Nascemos ao romance com uma fotografia, tão brutal como real, das cabeças cortadas, sem ilhas nem piratas. E, pensando que estamos a ler recriação historicista, passa a situar-nos numa Compostela amsterdiana, substituídos por canles os caminhos de pedra que conhecemos. Falsidade. Como vão chegar as dornas à praça do Obradoiro!
E damos com elas. Com as protagonistas. Matilda a Gringa, Maria Bonita, Carme de Candingas. Eis as três. Com nome. E com capacidade de nomear o universo. Polos olhos e pensamentos delas, em espaços diversos, desde posições sociais diferentes, mesmo em distintos momentos históricos, vemos como aprendem que não são flores deste mundo, que o que elas vem, pretendem, querem, não pode ser edificado lá onde a história as colocou. Todas elas, as três, rebelam-se contra o seu destino de mulheres obedientes. Estão dispostas a luitar por mudá-lo todo, para, após o fulgor duma amarga descoberta, acabarem tão desiludidas como cientes de que as suas ambições de justiça excedem-se em ambiciosas. Não serão consentidas. (…)”






