Foz: actos destacados na Feira do Libro 2018 para o 22 de agosto

O 22 de agosto comeza a Feira do Libro de Foz (na Praza Conde do Fontao), organizada pola Federación de Librarías de Galicia, con horarios de 17:30 a 22:00 h., cos seguintes actos literarios destacados dentro do seu programa:

19:00 h. Inauguración. Pregón a cargo de Antonio Reigosa.
20:00 h. Antonio Reigosa asina na caseta de Secretaría.
20:30 h. Cantos de traballo das mulleres do mar, banda sonora da novela A gran travesía de Chiruca Macallás, de Xurxo Souto, publicado por Xerais.

Adela Figueroa Panisse: “Aprendendo contos em galego cria-se a ligação afetiva com a nossa cultura e a nossa língua”

Entrevista a Adela Figueroa Panisse en Sermos Galiza:
“A escritora e ativista ecologista Adela Figueroa participou em Cabo Verde no IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa representando a Galiza e deu a palestra ‘A literatura infanto Juvenil na Galiza. Uma necessidade Cultural’ na que advogou pelo conto galego como ferramenta para a criação duma ligação com a cultura e língua nas crianças.
A edição do IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa decorreu do 20 ao 22 de junho na Cidade da Praia, Cabo Verde, sob o título ‘A literatura infantojuvenil’. Nele participou a escritora e ativista ecologista Adela Figueroa Panisse representando a Galiza ao ser Santiago membro da União de Cidades Capitais de Língua Portuguesa.
Adela Figueroa (…) advogou pelo conto galego como ferramenta para a criação duma ligação com a cultura e a língua nas crianças. Sermos Galiza conversa com a autora arredor da importância do conto no nosso país e o que significa a participação de escritoras galegas neste encontro internacional ao lado de autores e autoras da própria Galiza, de Cabo Verde, Angola, Guiné, São Tomé, Brasil e Portugal. Tanto Figueroa como a ilustradora galega Celsa Sánchez foram recebidas pelo presidente da República a quem obsequiaram o libro Galiza Cabo Verde, Abraço Poético, no que escrevem pessoas de ambos os dois países.
– Sermos Galiza (SG): Começou o seu relatório em Cabo Verde afirmando que somos “seres conta contos”. A que se refere?
– Adela Figueroa Panisse (AFP): Na cova de Eirós (Triacastela) encontrou-se os restos de uma fogueira de mais de 180.000 anos. Imagino as estóriase lendas que lá seriam contadas ao calor do lume por homens do Neanderthal e muitos milheiros de anos depois pelos chamados de Homo Sapiens sapiens (Cromagnon).
Os seres humanos necessitamos viver em sociedade e para manter esta é necessário normas de comportamento em comum. Também somos seres com sentido de transcendência que supera o que chamamos tempo presente. Por isso precisamos sabermos a história da tribo, e imaginarmos o futuro. A previdência é a faculdade de elaborar estratégias sobre situações possíveis, imaginadas. Os contos ajudam nessa função. Ainda, há muitos perigos lá fora. As crianças têm de apreenderem a superarem essas ameaças, e necessitam saber tudo acerca da natureza que nos fornece de alimento, perigos e segurança. Os contos tratam disso. Aprendemos brincando e escutando.
– SG: Na sua palestra fez referência à falta, há anos, de difusão de contos tradicionais galegos, o que obrigava a recorrer daquela a contos originários doutras culturas e noutros idiomas. Considera que hoje o conto tradicional galego está recuperado e goza de difusão?
– AFP: A transmissão cultural mudou. De ser feita ao pé da lareira para as escolas e através de outros meios como TV, radio, etc. Mas, na Galiza, existem muitas ações que favorecem a cultura oral. Temos em Lugo, por exemplo, a Galicia Encantada que coordena António Reigosa e que organiza um congresso todos os anos de cultura oral. Na Eira da Xoana (Fundación Eira, Ramil, Agolada) realizam-se atividades de conta contos tradicionais relativas às diferentes etapas do ano, por citar apenas um par de exemplos, mas há muitos mais casos.
Literatura escrita agora há muita, mas do ponto de vista histórico este fenómeno é recente. Por isso eu referia que os contos que me liam de criança não eram contos galegos. Mas eu sim que escutei contos tradicionais galegos. Hoje a literatura infanto juvenil em galego tem importância. Há muito publicado. Não tanto difundido. Eu nisto coloco muita responsabilidade nas escolas para alem das famílias. Falei com muitas pessoas (mestras e livreiras) para fazer a minha palestra e, em geral, podemos concluir que o papel das mestras é muito importante puxando pelos livros escritos em galego. Na falta duma verdadeira política de promoção do galego estas têm a responsabilidade de fomentar o idioma e favorecer a leitura em galego. Pelo que diz a respeito da vitalidade da nossa língua esta está em declive. Mas temos que falarmos de direitos linguísticos, direitos do povo e não somente de direitos particulares.
É a nossa comunidade galega quem tem a responsabilidade de conservar, praticar, defender e não perder o património comum que representa a língua. A primeira a ser escrita na península ibérica independente do latim, e que viajou polo mundo da mão de Portugal para ser hoje falada por mais de 200.000.000 de pessoas no mundo. Mas, ainda que só falássemos nós, temos a obriga de defende-la, porque é a nossa. Foi-nos entregue por milheiros de pessoas que a guardaram para nós, cultivando-a e crescendo-a. Seria traição deixá-la ir. Cito, na minha palestra as Escolas Semente que tanto fazem pela normalização da nossa língua: o galego. (…)”

Conversa con Antonio Reigosa sobre O raposo aviador que voa sen motor

Desde Xerais:
O raposo aviador que voa sen motor, de Antonio Reigosa, ilustrado por Laura Cortés, protagonizou un novo encontro do clube de lectura de Radio Fene Radiofusión, no que participaron Henrique Sanfiz, Esther Val, Tatty Lavandeira e Andrés C. M. Riveira. O libro está publicado por Xerais na colección Merlín. A peza pode escoitarse ou descargarse nesta ligazón.”

Crónica videográfica do Parlamento de Escritoras-es (III)

O Parlamento de Escritoras-es. Identidade e dereitos civís desde a escrita foi unha actividade da AELG, co apoio do Concello de Pontevedra e CEDRO, que tivo lugar os 15 e 16 de marzo de 2019, en Pontevedra.

Aquí pode verse a crónica videográfica completa, da que publicamos hoxe estes vídeos:

Presentación das conclusións das mesas redondas e grupos de traballo:

Debate sobre as conclusións das mesas redondas e grupos de traballo:

Pontevedra: Parlamento de Escritoras-es. Identidade e dereitos civís desde a escrita, os 15 e 16 de marzo

O Parlamento de Escritoras-es. Identidade e dereitos civís desde a escrita é unha actividade da AELG, co apoio do Concello de Pontevedra e CEDRO, que terá lugar os 15 e 16 de marzo de 2019, en Pontevedra.

Con esta actividade preténdese reflexionar, nun momento de especial gravidade no relativo á vulneración na Galiza e no Estado español de dereitos culturais, sociais, políticos, etc., sobre a vinculación entre a escrita literaria e a defensa dos dereitos civís e identitarios, da xustiza social e da liberdade de expresión nas súas máis diversas formas. A defensa destes dereitos humanos é a cerna dos valores irrenunciábeis, que guiarán este parlamento na súa temática e convocatoria, así como nas súas reivindicacións e pronunciamentos.

PROGRAMA

Venres 15 de marzo no Pazo Mugartegui (Praza da Pedreira). Entrada libre e gratuíta até completar o aforo.

Tarde

16:30 Mesa redonda. Liberdades civís e dereitos nacionais. Moderador: Cesáreo Sánchez Iglesias (presidente da AELG).
– Relatoras-es: Carme Adán (ensaísta e filósofa), Laura Mintegi (narradora vasca) e Clàudia Pujol (novelista e historiadora catalá, da directiva do Òmnium Cultural).

18:30 Mesa redonda. Violencia institucional, violencia estrutural na sociedade. Moderadora: Mercedes Queixas (secretaria xeral da AELG).
– Relatoras-es: Joan Elies Adell Pitarch (poeta, tradutor, filólogo e director da Institució de les Lletres Catalanes), Ana Luísa Amaral (poeta portuguesa) e Suso de Toro (narrador e ensaísta).

Sábado 16 de marzo

Mañá. Pazo da Cultura. Seminarios 2 e 3. (Rúa Alexandre Bóveda, s/n.).

10:30 a 12:00. Grupo de traballo Feminismos. Identidades. Coordinadora: Marta Dacosta.
– Relatoras-es: Daniel Asorey, María Reimóndez e Antía Yáñez.

10:30 a 12:00. Grupo de traballo Desposesión da terra e da identidade. As migracións de hoxe. A emigración galega no século XXI. Coordinador: Xoán Carlos Domínguez Alberte.
– Relatoras-es: Ana Acuña, Vicente Araguas e Afonso Becerra. Incluiranse comunicacións escritas de varias persoas residentes fóra de Galiza, para completar a perspectiva deste grupo de traballo (María Alonso Alonso e Helena Miguélez-Carballeira).

12:30 a 14:00. Grupo de traballo Lingua e patrimonio cultural. Papel do/a creador/a na sociedade actual e exercicio de dereitos nacionais. Coordinador: Antonio Reigosa.
– Relatoras-es: Pilar García Negro, David Otero e Diana Varela Puñal.

12:30 a 14:00. Grupo de traballo Cultura, medios de comunicación e poderes. A literatura e a creación/expresión literaria como ferramenta construtora dunha sociedade libre. Coordinadora: Rosalía Fernández Rial.
– Relatoras-es: Manuel Bragado, Camilo Franco e Ana Romaní.

Tarde. Teatro Principal (Rúa Paio Gómez Chariño, 6). Entrada libre e gratuíta até completar o aforo.

17:00 a 19:00 Lectura e debate das achegas das mesas e grupos de traballo anteriores. Cesáreo Sánchez, Mercedes Queixas, e as/os coordinadoras/es dos grupos de traballo da mañá.

19:30 Acto literario e musical. Con Xosé María Álvarez Cáccamo, Tamara Andrés, Marica Campo, Berta Dávila, Estíbaliz Espinosa, Antonio García Teijeiro, Antía Otero, Eli Ríos, Manuel Rivas, Xavier Seoane e Rafa Vilar. Conducen: Aldaolado (Lucía Aldao e María Lado).

A web Galicia Encantada celebra o 14 aniversario na Rede o 5 de marzo

A web Galicia Encantada, a web da Fantasía Popular de Galicia, celebra o 14º aniversario na Rede este 5 de marzo de 2019.
Galicia Encantada, a web da Fantasía Popular de Galicia, naceu para internet o 5 de marzo de 2005. Desde entón, baixo o coidado do seu creador, coordinador e responsable de contidos, Antonio Reigosa, atesoura máis de 2000 arquivos/documentos que se foron subindo e milleiros tamén os visitantes que recibe ano tras ano.
Mantense a regularidade na incorporación de novidades.
Recoñecementos/Premios
– Premio de Cultura Tradicional ‘María Castaña’ (2006)
– Premio Irmandade do Libro (2013)
– Homenaxe Festival Atlántica (2015)
– Finalista na Gala do Libro (2018), modalidade Proxecto Literario na Rede.
– Publicación conmemorativa 10ª aniversario. Galicia Encantada. O país das mil e unha fantasías (Xerais, 2014), con prólogo de Xabier P. DoCampo e ilustracións de Noemí López.

Sobre a web Galicia Encantada
Artigos publicados en revistas como Murguía e Culturas Populares, e en monográficos como Palabra viva, Cultura tradicional e desenvolvemento rural.

Seccións/categorías
Os arquivos organízanse en 33 seccións ou categorías temáticas que van alfabeticaqmente desde o Alén, coas súas lendas, pasando polas relacionadas con todos os seres da nosa mitoloxía popular (encantos, tesouros…) e os lugares e toponimia asociada á literatura popular tradicional.

Documentación
Inclúe, entre outros apartados, “Aulas da memoria” con traballos escolares, “Biblioteca”, con varias publicacións en PDF, e “Didáctica da Fantasía” con diversas propostas.

Outras seccións:
Novas, Contacto, Buscador, Mapa (localizador de lugares con lenda).

Revista (ISSN 1887-2859)
Publicados 115 artigos do maís variados temas, a maioría sobre o patrimonio inmaterial galego pero tamén referidos a Portugal, León e Asturias.”

Lugo: crónica fotográfica do acto do Día de Rosalía de Castro 2019

Estas son algunhas das fotografías do acto do Día de Rosalía de Castro 2019 en Lugo, que tivo lugar o domingo 24 de febreiro. A crónica fotográfica completa pode verse aquí (as fotos son de Alba Díaz).

Acordos da Asemblea Xeral de socias-os da AELG, en 2019

A Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega (AELG) celebrou na mañá de sábado 9 de febreiro a súa Asemblea Xeral de socios/as.
A Sección de Literatura de Tradición Oral da AELG, previa deliberación do Grupo de Traballo composto por Ana Acuña, Félix Castro Vicente, Carme Pernas Bermúdez, Calros Solla, Xurxo Souto, X. Manuel Varela, Lois Pérez e Antonio Reigosa, propuxo ao Consello Directivo da Asociación de Escritoræs en Lingua Galega) para someter á consideración da Asemblea Xeral a celebrar o 9 de febreiro de 2019 en Santiago de Compostela, recoñecer como Mestra e Mestre da Memoria 2019 respectivamente a Dorothé Schubart e a Pablo Quintana. A Asemblea aprobou as propostas, e a entrega destas distincións terá lugar na IV Gala dos Premios Mestras e Mestres da Memoria a celebrar en Lugo co apoio do Concello de Lugo e da Deputación Provincial de Lugo.

Mestra da Memoria 2019
Dorothé Schubarth

Fotografía: Premios Martín Códax da Música/YouTube

Musicóloga. Natural de Basilea (Suíza), onde comezou os seus estudos que ampliou en Colonia e Múnich. É directora de coro e musicóloga. A partir de 1971 ocupou a cátedra de harmonía e contrapunto na Academia de Música de Lucerna (Suíza) e comeza a desenvolver investigacións arredor das músicas populares europeas. Realizou traballos de campo nos Balcáns, no Cáucaso, Alemaña e Francia cuxo resultado publica no libro Das Volkslied in Europa. Vielfalt seiner Erscheinungsformen (O Canto Popular en Europa. Diversidade das súas formas) (Lucerna, 1978).
En 1978 visita Galicia para coñecer a nosa música popular mais o interese polo que aquí descobre fai que se dispoña a realizar un traballo de campo intensivo por todo o país que remata coa publicación da magna obra en 7 volumes que contén a mellor e máis ampla análise, clasificación e estudo da nosa lírica popular, publicada baixo o título Cancioneiro Popular Galego pola Fundación Barrié en 1984.
O Arquivo Sonoro de Galicia conserva 248 CD con copias dixitalizadas das súas gravacións orixinais e coas correspondentes transcricións a cargo do profesor e filólogo Antón Santamarina.
Entre os recoñecementos que se lle fixeron en Galicia están o I Día das Galegas nas Letras en 2014 e Premio Honorífico 2017 da Asociación de Músicos ao Vivo.

Mestre da Memoria 2019
Pablo Quintana

Fotografía: Canela Producións

Naceu en Vilanova de Oscos (Asturias) en 1956. Reside na Coruña desde 1982. Escritor, investigador, músico e divulgador da cultura popular, material e inmaterial, tanto galega como da Asturias occidental. É autor de numerosos traballos, libros, artigos…, arredor da transformación artesanal do ferro, foxos do lobo, danzas e festas gremiais, zoqueiros, músicas populares e diversos xéneros da literatura popular tradicional.
Coordinou a serie etnográfica Recolleita (Ruada, 1981) que editou o disco coas gravacións das coplas do cego Florencio da Fontaneira e a pandereteira Eva Castiñeira. É autor do LP O cego andante (Ruada, 1982) no que xunto con outros músicos interpretou temas tradicionais recollidos en boa parte por el mesmo.
Dirixiu documentais sobre danzas procesionais e bailes entre 1982 e 1983, en video industrial Umatic, e otros materias videográficos para a produtora Espello Video-Cine.
Traballou na radio desde 1980, primeiro en Radio 80 e despois como técnico en Radio Nacional de España, onde, ademais, se encargou de programas como Garmalleira e Hoxe domingo, así como emisións de intercambio coa Unión Europea de Radiodifusión (UER) para Radio Francia, Radio de Polonia e Radio Praga. Ma actualidade dirixe a Editorial Canela, especializada na publicación de libros sobre personaxes singulares e actividades esmorecentes da nosa cultura popular.

Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega ratificou Maria Teresa Horta como Escritora Galega Universal 2019, desde o profundo respecto e afecto á súa persoa e a valoración da altísima calidade literaria da súa obra, así como pola súa incontestábel defensa feminista dos dereitos civís, sociais e culturais na sociedade portuguesa actual.

Fotografía da autora: European Institute for Gender Equality/YouTube
O Premio será entregado o día 11 de maio de 2018, no marco da III Gala do Libro Galego, convocada pola AELG, a Federación de Librarías de Galicia e a Asociación Galega, que terá lugar no Teatro Principal de Santiago de Compostela.
Nas anteriores edicións, recibiron este nomeamento as escritoras e escritores Mahmud Darwix, Pepetela, Nancy Morejón, Elena Poniatowska, Juan Gelman, Antonio Gamoneda, José Luis Sampedro, Lídia Jorge, Bernardo Atxaga, Luiz Ruffato, Pere Gimferrer, Hélia Correia e Isabel-Clara Simó.

Así mesmo, acordouse que Pilar Pallarés sexa a próxima “Escritor na súa Terra – Letra E” e, por tanto, quen reciba unha homenaxe que este ano chega á súa vixésimo quinta edición; será no mes de xuño no Concello da Coruña.

Fotografía: Distrito Xermar/Centro de Documentación da AELG

Alén de se incorporar Cilha Lourenço, Daniel Asorey e Xoán Carlos Domínguez Alberte ao Consello Directivo da AELG, aprobouse o programa de actividades para o ano, que inclúe como a máis próximas a celebración do vindeiro Día de Rosalía de Castro (24 de febreiro) e o Parlamento de Escritoras/es (15 e 16 de marzo), un lugar para a reflexión, nun momento de especial gravidade no relativo á vulneración na Galiza e no Estado español de dereitos culturais, sociais, políticos, etc., sobre a vinculación entre a escrita literaria e a defensa dos dereitos civís e identitarios, da xustiza social e da liberdade de expresión nas súas máis diversas formas. A defensa destes dereitos humanos é a cerna dos valores irrenunciábeis, que guiarán este parlamento na súa temática e convocatoria, así como nas súas reivindicacións e pronunciamentos. Terá lugar na cidade de Pontevedra co apoio do seu Concello.

O programa aposta por continuar con actividades de traxectoria xa asentada e de alcance social como son os paseos literarios ou os obradoiros da Escola de Escritoras e Escritores da AELG; tamén a organización ou coorganización de xornadas de formación dirixidas ao estudo das diferentes formas de crear literatura contemporánea desde os espazos de formación de novos formadores-as/educadores-as/mediadores-as da lectura. Tamén se reforza o proxecto coordinado pola Sección de Literatura Oral coa celebración da cuarta Gala dos Premios Mestres e Mestras da Memoria e a través da celebración de máis polafías e, no outono, dunha nova edición, a duodécima, da Xornada de Literatura de Tradición Oral.

Asemade, a visibilidade da escritora e do escritor a través da web continuará a ser un eixo central da actuación da entidade co enriquecemento do espazo común e mais de cada páxina individual con que cada Socia/o conta no Centro de Documentación da web da AELG.