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sexta feira 4 de abril, ás 20:30 horas, na Libraría Lila de Lilith (Rúa Travesa, 7) de Santiago de Compostela, preséntase Maria, de Eli Ríos, publicado por O Figurante. No acto, xunto á autora, participan Carlos Quiroga e Susana Arins.
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Reseña sobre os actos sobre O Crânio de Castelao en Portugal
Por
Montse Dopico en Magazine Cultural Galego:
“(…) Foi na apresentação em Lisboa deste folhetim policial, publicado pela Através. Lá estavam, além do Quico e de Ricardo Duarte, o representante da editora, Miguel R. Penas, e o coordenador do livro, Carlos Quiroga. Depois, o tour do Crânio de Castelao, -que Quiroga leva com ele num saquinho de veludo- continuou em Braga. E o dia 12 de março tem ainda mais uma viagem até a cooperativa livraria UNICEPE no Porto.
O custódio do caveira, Carlos Quiroga, foi o pai da ideia do folhetim. Há já muitos anos, em 1999, o então vereador em Compostela, Manuel Portas, solicitou ao departamento de português da Universidade de Santiago que elaborasse um evento cultural para a Capitalidade Europea da cultura de Santiago no ano 2000. Assim nasceu o Encontro Galego no Mundo Latim em Pó que, apesar das tentativas de boicote iniciais, chegou a celebrar-se e levou até a capital galega mais de 200 criadores e criadoras desde diferentes pontos da geografia da língua galego-portuguesa.
O entendimento e a amizade assim surgidos logo deu frutos. Os músicos programaram fazer um grande concerto juntos -antecipo do que depois foi o Cantos na Maré-. Os do teatro conceberam uma representação compartilhada. E Carlos estava ciumento. Por isso começou a pensar num livro colectivo. Naqueles meses, nos meios de comunicação social havia muitas notícias que faziam referência a um crescente mercado negro de ‘memorabilia corporea’, de contrabando de restos de pessoas que tinham sido famosas ou relevantes em vida. E qual o morto mais importante para os galegos e galegas que Afonso Daniel Castelao? E assim que começou a escrever uma história, a do roubo da caveira do próprio Castelao. (…)
O objectivo era que o folhetim se publicasse por entregas num jornal da Galiza, outro de Brasil e outro de Portugal. Mas volveram as censuras pela questão normativa e foi impossível. O projeto ficou na gaveta. Até que Bernardo Ajzenberg publicou um artigo na Folha de São Paulo em que reclamava a publicação do livro. Quiroga retomou o tema, e enviou um original com os relatos a Miguel Penas para testar se a AGAL e a Através teriam interesse em editar a obra. Entre ambos coordenaram o volume com a cumplicidade Marta Macias -também da editora- para transformar em livro os textos dos próprios Carlos Quiroga, Quico Cadaval, Miguel Miranda e Bernardo Ajzenberg, e também dos galegos Antón Lopo, Suso de Toro, Xavier Queipo e Xurxo Souto, do português Possidónio Cachapa, do cabo-verdiano Germano Almeida e do timorense Luís Cardoso. (…)”
Lisboa: lançamento de O Crânio de Castelao
Manuel Rivas e Carlos Quiroga toman protagonismo nas Correntes d´Escritas
Desde
Sermos Galiza:
“O encontro literário Correntes d´Escritas irá realizar-se de 20 a 22 de Fevereiro na Póvoa de Varzim e, nesta 15 edição entre os mais de 60 escritores e escritoras participantes, cobram protagonismo dois galegos, Manuel Rivas e Carlos Quiroga. Habitual das Correntes d´Escritas, um dos mais prestigiosos encontros literários de Portugal, Carlos Quiroga, além de participar no conjunto de escritores e escritoras do programa, toma parte do júri que decidirá a obra e autor ou autora ganhadora do 11º Prémio Literário Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros. O júri, junto Quiroga, está constituido por Isabel Pires de Lima, Patrícia Reis, Pedro Teixeira Neves e Sara Figueiredo Costa que já selecionaram 15 livros finalistas.
Nesta edição que comemora 15 anos do evento, a organização solicitou de antigos participantes fazerem uma seleção de 15 autores e autoras que fosse obrigatório convidar sem nunca terem participado até agora no evento. É nesta seleção de “imprescindíveis” na que entra o nome do escritor galego Manuel Rivas, junto outros grandes vultos literários como Andrés Neuman, Antonio Gamoneda, Inês Fonseca, João Ricardo Pedro, Patricia Portela, Miguel Sousa Tavares ou Ungulani Ba Ka Khosa. (…)”
A Coruña, Compostela e Vigo: Golgona Anghel nos Caminhos da Literatura Portuguesa na Galiza
Compostela: mesa redonda Diálogos Literários: Moçambique-Brasil-Galiza
A
quinta feira, 17 de outubro, ás 19:30 horas, na Sala de Actos da Biblioteca Ánxel Casal (Avenida Xoán XXIII, s/n.) de Compostela, terá lugar a mesa-redonda Diálogos Literários: Moçambique-Brasil-Galiza, cos escritores Cremildo Bahule (Moçambique), Olavo Amaral (Brasil) e Carlos Quiroga. A entrada é libre.
Bruxelas: presentación de O Crânio de Castelao
O
sábado 28 de setembro, na Livraria Orfeu de Bruxelas, preséntase o libro colectivo O Crânio de Castelao, publicado por Através Editora. No acto participan Carlos Quiroga e Xavier Queipo.
Compostela: presentación de O Crânio de Castelao
Xurxo Souto: “A comunicación na lusofonía é total, sen peneira algunha”
Entrevista
a Xurxo Souto en Sermos Galiza:
“Publicada no semanario Sermos Galiza por entregas, O Crânio de Castelao, á falta duns esclarecementos finais do coordinador Carlos Quiroga, chega a seu fin como unha experiencia única e singular da escrita dunha lingua común.
– Sermos Galiza (SG): Vostede pon o ponto final á historia do cranio de Castelao que andou por tantas mans. Como foi tomar parte nun proxecto literario colectivo?
– Xurxo Souto (XS): A experiencia tiña, por necesidade, que ser fascinante porque, como escritor, entras nun xogo literario a nivel planetario. Grazas á proposta de Carlos Quiroga xuntámonos empregando uns vimbios especialmente próximos, as palabras e a lingua que nos é común.
– SG: Como se deu o encontro con outros escritores de orixes tan diversas?
– XS: A relación foi intensamente cómplice. Aínda que sexan persoas algunhas delas non coñecidas persoalmente, nin demasiado próximos os seus contextos, partiamos de palabras íntimas, das palabras da tribo e, por iso, foi un proceso de comunicación total, “até o mango”, que dirían os de Malpica. Alén de prexuízos, de superestructura ideolóxica, de pensamento, xorde a realidade de comunicación total, sen peneira algunha. O que os poetas Jorge Guillén ou Uxío Novoneyra chaman o milagre da realidade. Comunicámonos de xeito pleno. (…)
– SG: Por que a nosa literatura non dá entrado en Portugal ou Brasil?
– XS: Damos entrado no ámbito da lusofonía! Diaria e constantemente. Se se mide en fama ou termos económicos os resultados non son grandes, mais tamén Portugal leva toda a vida intentando entrar no Brasil e non dá feito. Zeca Afonso non é coñecido no Brasil e Fausto hai pouco confesaba que nunca tocara alá. Nós non temos moita presenza comercial mais establecemos relacións persoais, e temos, por poñer un caso, experiencias no eido da música sensacionais como o encontro entre Manecas Costa e Narf ou Zé Cavaleiro e Uxía. Esa relación está máis presente do que pensamos.
– SG: Mais responde a esa vontade persoal de cada quen ou hai iniciativas institucionais tamén que contribúen a que iso aconteza?
– XS: Trátase dun encontro persoal e á vontade de cada quen. Diante da preguiza dos estados e das estruturas culturais de poder, compre reivindicar a outra parte, o outro discurso. Estámonos comunicando cada día nós, grazas ao poder das palabras e á intimidade das persoas que viven, ás veces, no cabo do mundo. (…)”
Compostela: lanzamento de Outra Vida, de Mário Herrero
A
quinta feira 20 de xuño, ás 20:00 horas, na Livraria Ciranda (Rúa Travesa, 7), de Santiago de Compostela, preséntase o poemario Outra Vida, de Mário Herrero, publicado por Através Editora. No acto, xunto ao autor, participa Carlos Quiroga.


